sábado, 28 de abril de 2012

Contratos quebrados
Retratos sem cores
Refletores apagados
Acorrentados amores

Em nossa linha do tempo me perdi
Por não saber dialogar na hora marcada
Por não querer palavras trocadas
Por não absorver a luz desejada

O tempo teceu a linha da razão
Com os erros que machucaram o coração
Fazendo-o conter a beleza da emoção
Entristecendo as notas da canção

A linha por onde adornei o tempo
Curvou-se diante dos contratempos
Soluçou baixinho como num passatempo
Bailando no céu do mau tempo

Perdido no tempo da linha
Escondi-me no deserto das entrelinhas
Que acentuava o espaço entre as linhas
Da nossa controversa linha.

Allan Marlango
29/04/12

quarta-feira, 11 de abril de 2012

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012


VENTO E PROSA

Entre um clic e outro
Te encontro no som do repique e agogô
Sambando faceira e cheirosa
Metida e dengosa.
És mulher, em vento e prosa.

Em meus sonhos passeias bandeirosa
No twitter, te vejo enganosa
Na rua passas toda formosa
És mulher, em vento e prosa.

De vestido melindrosa
Desfilas toda charmosa
A negada que parece que gosta
Grita e te chama de gostosa
És mulher, em vento e prosa.

Preta, branca ou amarela
Capitu, Dorina ou Gabriela
Seja onde for
No Rio, Bahia ou Casa Amarela
És sempre mulher em qualquer cidadela.

08/11/11
Allan Marlango

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

A Voz do Violão


Em fevereiro, aguardo vocês!

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012