terça-feira, 15 de maio de 2012
Empresa responsável pela comunicação, informação e divulgação da minha carreira, projetos e eventos.
Contato: pelepreta@live.com
sábado, 28 de abril de 2012
Contratos quebrados
Retratos sem cores
Refletores apagados
Acorrentados amores
Em nossa linha do tempo me perdi
Por não saber dialogar na hora marcada
Por não querer palavras trocadas
Por não absorver a luz desejada
O tempo teceu a linha da razão
Com os erros que machucaram o coração
Fazendo-o conter a beleza da emoção
Entristecendo as notas da canção
A linha por onde adornei o tempo
Curvou-se diante dos contratempos
Soluçou baixinho como num passatempo
Bailando no céu do mau tempo
Perdido no tempo da linha
Escondi-me no deserto das entrelinhas
Que acentuava o espaço entre as linhas
Da nossa controversa linha.
Allan Marlango
29/04/12
Retratos sem cores
Refletores apagados
Acorrentados amores
Em nossa linha do tempo me perdi
Por não saber dialogar na hora marcada
Por não querer palavras trocadas
Por não absorver a luz desejada
O tempo teceu a linha da razão
Com os erros que machucaram o coração
Fazendo-o conter a beleza da emoção
Entristecendo as notas da canção
A linha por onde adornei o tempo
Curvou-se diante dos contratempos
Soluçou baixinho como num passatempo
Bailando no céu do mau tempo
Perdido no tempo da linha
Escondi-me no deserto das entrelinhas
Que acentuava o espaço entre as linhas
Da nossa controversa linha.
Allan Marlango
29/04/12
quarta-feira, 11 de abril de 2012
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
VENTO E PROSA
Entre um clic e outro
Te encontro no som do repique e agogô
Sambando faceira e cheirosa
Metida e dengosa.
És mulher, em vento e prosa.
Em meus sonhos passeias bandeirosa
No twitter, te vejo enganosa
Na rua passas toda formosa
És mulher, em vento e prosa.
De vestido melindrosa
Desfilas toda charmosa
A negada que parece que gosta
Grita e te chama de gostosa
És mulher, em vento e prosa.
Preta, branca ou amarela
Capitu, Dorina ou Gabriela
Seja onde for
No Rio, Bahia ou Casa Amarela
És sempre mulher em qualquer cidadela.
08/11/11
Allan Marlango
Entre um clic e outro
Te encontro no som do repique e agogô
Sambando faceira e cheirosa
Metida e dengosa.
És mulher, em vento e prosa.
Em meus sonhos passeias bandeirosa
No twitter, te vejo enganosa
Na rua passas toda formosa
És mulher, em vento e prosa.
De vestido melindrosa
Desfilas toda charmosa
A negada que parece que gosta
Grita e te chama de gostosa
És mulher, em vento e prosa.
Preta, branca ou amarela
Capitu, Dorina ou Gabriela
Seja onde for
No Rio, Bahia ou Casa Amarela
És sempre mulher em qualquer cidadela.
08/11/11
Allan Marlango
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)




