sábado, 30 de junho de 2012

ALLAN MARLANGO - A VOZ DO VIOLÃO


Cantor e compositor pernambucano, natural de Recife, lança na próxima sexta, dia 06/07, o seu show A VOZ DO VIOLÃO, no Centro Cultural Carioca, Rio de Janeiro, dando início à sua turnê nacional. O concerto foi concebido, a partir da música homônima, do cantor Francisco Alves, onde tem como objetivo principal, reunir as pessoas, trazendo-as ao convívio social, de maneira simples e direta, através da sonoridade do violão.

De voz particular e suave, consegue envolver os espectadores, com seu canto refinado e livre de parafraseado. Com seu carisma, abraça a todos na sua plenitude, através da poesia e dança dos seus gestos.

No seu matulão, vem de Pernambuco, os sambas da Karynna Spinelli(Segure Meu Coração) e Ébson Ávila(Saara), além dos seus autorais(Essa Dor e Lágrimas Na Avenida), o pop de Jana Figarella(Mão, Tudo Num Ser Só, Me Interessa), o frevo de Vinícius Barros(Eurídice), que se misturam ao tempero carioca do Mombaça(Pra Viver ou Morrer de Amor) e do Chico Buarque(Você Vai Me Seguir), além da maestria mineira de João Bosco(Bala com Bala), dentre outros grandes compositores da música popular brasileira que compõem o repertório do show. Acompanhado pelo violonista Samuel Rocha e o percussionista Jo Reis, ainda conta com a participação especial da cantora carioca Manu Santos.

Informações:
Centro Cultural Carioca
R. do Teatro, 37, Centro, Rio de Janeiro
Reservas: 21 22526468/22429642

O Globo, informa.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

terça-feira, 15 de maio de 2012


Bravos, esta é a foto demonstrativa do que vem a ser a contracapa do meu primeiro cd, intitulado A VOZ DO VIOLÃO.

Espero que curtam!

Abraços ternos e até lá.
Allan Marlango

Empresa responsável pela comunicação, informação e divulgação da minha carreira, projetos e eventos.
Contato: pelepreta@live.com

sábado, 28 de abril de 2012

Contratos quebrados
Retratos sem cores
Refletores apagados
Acorrentados amores

Em nossa linha do tempo me perdi
Por não saber dialogar na hora marcada
Por não querer palavras trocadas
Por não absorver a luz desejada

O tempo teceu a linha da razão
Com os erros que machucaram o coração
Fazendo-o conter a beleza da emoção
Entristecendo as notas da canção

A linha por onde adornei o tempo
Curvou-se diante dos contratempos
Soluçou baixinho como num passatempo
Bailando no céu do mau tempo

Perdido no tempo da linha
Escondi-me no deserto das entrelinhas
Que acentuava o espaço entre as linhas
Da nossa controversa linha.

Allan Marlango
29/04/12