
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
terça-feira, 13 de julho de 2010
COTIDIANO
Concerto de música popular brasileira, tendo como conceito, a música homônima do compositor Chico Buarque de Hollanda. Vou postar o repertório da minha próxima apresentação, que será no dia 29/07, 22:00hs, bar Arcos da Lapa, Portinho, Cabo Frio-RJ. Segue abaixo:
1. Introdução Musical
2. Texto
3. Resposta
4. Lama
5. A Rita
6. Pensar em você/Dia Branco
7. Gita
8. Todo Sentimento
9. Covered Saints
10. Flor de Lis
11. Lágrimas na Avenida(Volta)
12. Santa Chuva
13. Intervalo Musical
14. Pelas Tabelas/Cotidiano
15. Dom de Iludir
16. Iluminada
17. Ah, se eu vou!
18. Essa dor
19. Nada pra mim
20. Vitoriosa
21. Amor de índio
22. Chuva, suor e cerveja
23. O que é, o que é
1. Introdução Musical
2. Texto
3. Resposta
4. Lama
5. A Rita
6. Pensar em você/Dia Branco
7. Gita
8. Todo Sentimento
9. Covered Saints
10. Flor de Lis
11. Lágrimas na Avenida(Volta)
12. Santa Chuva
13. Intervalo Musical
14. Pelas Tabelas/Cotidiano
15. Dom de Iludir
16. Iluminada
17. Ah, se eu vou!
18. Essa dor
19. Nada pra mim
20. Vitoriosa
21. Amor de índio
22. Chuva, suor e cerveja
23. O que é, o que é
sábado, 10 de julho de 2010
Angústia, Solidão, Tristeza, Dor
Na angústia,
Meu coração se encontra
Por não me conhecer.
Por não me encontrar,
Meus olhos te reconhece
Na astúcia.
Na solidão
Meu canto cala
Por não te escutar.
Por me calar
Meu coração reescuta
A canção.
Na tristeza
Meu sentimento se retrata
Por não te esquecer.
Por não me retratar,
Meu momento se esquece
Da certeza.
Na dor
Meu sonho te pinta
Por não te achar.
Por não me pintar,
Meu corpo te acha
No amor.
Meu coração se encontra
Por não me conhecer.
Por não me encontrar,
Meus olhos te reconhece
Na astúcia.
Na solidão
Meu canto cala
Por não te escutar.
Por me calar
Meu coração reescuta
A canção.
Na tristeza
Meu sentimento se retrata
Por não te esquecer.
Por não me retratar,
Meu momento se esquece
Da certeza.
Na dor
Meu sonho te pinta
Por não te achar.
Por não me pintar,
Meu corpo te acha
No amor.
Allan Marlango
03/11/09
03/11/09
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Caso Maristela Just
Bom dia, bravos!
Agora pela manhã, lendo as notícias do dia nos principais canais de informação pela internet, me deparei com o caso da Maristela Just. Foi assassinada à queima roupa pelo próprio companheiro, José Ramos, que também baleou seus dois filhos e o cunhado. Essa caso se arrasta a 21 anos.
Me pego a pensar como um pai furioso por motivo afim, consegue tirar a vida da sua esposa, mãe dos seus filhos, ainda consegue atingí-los com a sua fúria inconsequente, e ainda assim, está solto por todos esses anos. É impressionante como a justiça brasileira é falha. Leis que foram criadas na mercê do julgamento próprio dos juristas que mesmo vendo que estão totalmente contraditórios com a realidade social, deixando brechas não só para eles, mas também para uma grande parcela da população que se veem totalmente protegidos no âmbito legal da jurisdição. Praticam atos absurdos com esse, ficam impunes por um bom tempo, e vivem a vida como se nada tivesse acontecido, enquanto isso há nos presídios e delegacias, como sempre abarrotados e impróprios para qualquer tipo de reavaliação moral, uma boa parcela de traficantes, ladrões, assassinos, estupradores, todos negros e pobres, onde a dita Justiça não chega para tal classe. Se os delitos morais da população são praticados em todas as classes sociais que compõe o Estado, por dever os mesmos delitos tem que serem julgados de maneira uniforme não levando em conta diferenças, sejam elas quais forem.
Agora pela manhã, lendo as notícias do dia nos principais canais de informação pela internet, me deparei com o caso da Maristela Just. Foi assassinada à queima roupa pelo próprio companheiro, José Ramos, que também baleou seus dois filhos e o cunhado. Essa caso se arrasta a 21 anos.
Me pego a pensar como um pai furioso por motivo afim, consegue tirar a vida da sua esposa, mãe dos seus filhos, ainda consegue atingí-los com a sua fúria inconsequente, e ainda assim, está solto por todos esses anos. É impressionante como a justiça brasileira é falha. Leis que foram criadas na mercê do julgamento próprio dos juristas que mesmo vendo que estão totalmente contraditórios com a realidade social, deixando brechas não só para eles, mas também para uma grande parcela da população que se veem totalmente protegidos no âmbito legal da jurisdição. Praticam atos absurdos com esse, ficam impunes por um bom tempo, e vivem a vida como se nada tivesse acontecido, enquanto isso há nos presídios e delegacias, como sempre abarrotados e impróprios para qualquer tipo de reavaliação moral, uma boa parcela de traficantes, ladrões, assassinos, estupradores, todos negros e pobres, onde a dita Justiça não chega para tal classe. Se os delitos morais da população são praticados em todas as classes sociais que compõe o Estado, por dever os mesmos delitos tem que serem julgados de maneira uniforme não levando em conta diferenças, sejam elas quais forem.
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